O presente blog se propõe a reflexão sobre os Direitos Humanos nas suas mais diversas manifestações e algumas amenidades.


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Comédia Imbecil: Rafinha Bastos, um dos apresentadores do programa CQC, pede ajuda em causa própria, ou seja, a estupidez


Como Rafinha Bastos mesmo faz questão de frisar ao se referir aos seus textos em seu site, seu objetivo não é ofender, apenas é um homem com muitas opiniões nada convencionais e gosta de arrancar risadas com elas.

Com risadas ou sem risadas, portanto, a foto da camiseta e texto no twitter representam sua opinião.
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Se quer ou não ofender alguém, não muda o fato que ofende.

No seu Twitpic apresenta uma foto pedindo “ajude esta causa” no qual aponta para a camiseta que veste lembrando o símbolo do grupo arco-íris destorcida, mostrando os coloridos (representando os coloridos’ homossexuais) propositalmente separados do boneco escuro (representando o heterossexual), este figurativamente, com cara de mau, olhando para aqueles, dando socos no ar ou furiosamente retirando a mão ao lado dos homossexuais é ESCROTO, incita a violência e a discriminação.

A tal ajuda é para “CASA DO HETEROSSEXUAL” em letras bem grandes, e abaixo, em minúsculas, pejorativamente, indica, “Porto Alegre – RS”, de onde ele é natural.

Num só embalo sugere dois sentimentos desfavoráveis e preconceituosos, em letras, proporções e consequências diferentes, é claro.

Basta ler os comentários de seus asseclas para constatar como foi inspirativo para alguns liberar, ainda mais, a discriminação.

A mensagem para os heterossexuais de Porto Alegre é dúbia e pode até ser entendida como questionamente através da sátira, mas reafirma também uma pretensão de chacota preconceituosa, devidamente minimizada.
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Em relação aos LGBTs é diferente. É frontal, grandiosa e nada dúbia. Para débeis mentais talvez exista muita graça nesta ‘piada’, mas não para homossexuais que levam porrada nas ruas por homofóbicos e nem para aqueles que sofrem humilhações com piadinhas da mesma espécie em ambientes de trabalho, familiar e social, de uma forma geral.
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A expressão visual dos desenhos, a escolha do tamanho da fonte para cada palavra, seu comentário ao lado da foto, declaram a postura adotada pelo Rafinha na expressão desejada quando trata desse ou outro assunto.
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Sempre ouvi uma amiga em comum falar bem do Rafinha, mas passo a desconfiar de sua opinião a respeito deste elemento de dois metros com nome no diminutivo e cara de bobo.

Por fim, para demonstrar o meu bom humor, a sugerida 'estupidez' do machinho 'grande bobo' também se trata apenas de uma piadinha, com mero intuito de ser engraçado para os leitores. É lógico!
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foto 2: Ferruccio Silvestro, de 19 anos, agredido por homofóbicos em Niterói
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