Momento para refletir.quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O APAGÃO
Momento para refletir.terça-feira, 10 de novembro de 2009
A política pela luta de poder, que ninguém vê, dentro do Tribunal Fluminense

segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O balcão de negócios no tribunal carioca
Vivemos em busca de direitos. Direitos estes fundamentais em nossas vidas e que, na maioria das vezes, nos vemos obrigados a perseguir junto ao Poder Judiciário.
O Conselho Nacional de Justiça e a OAB deveriam intervir diretamente neste caso ABSURDO e se aprofundarem nas investigações.
Algumas perguntas merecem respostas.
Qual a isenção que o desembargador Roberto Wider possui ao julgar questão que envolve interesse de um amigo e comprar um casa na Barra da Tijuca, por um preço manifestamente irreal, depois dele próprio viabilizar, por uma decisão sua, tal venda?
Montenegro, íntimo do
Desembargador Corregedor Roberto Wider (foto acima) amigo Des. Humberto Manes e Marcus Faver (foto a esquerda), ex-sócio da esposa do Des. Carpena Amorim (foto a direita), nas negociatas com seus potenciais clientes antecipar sentenças e oferecer blindagem e cassação de adversários?Qual explicação existe para Sr. Eduardo Rasckovsky, que nem advogado é, procurar pessoalmente um juiz que havia dado sentença contrária ao seu interesse e perguntá-lo se estava "seguro de sua decisão"?!
E como podem desembargadores terem ciência que o Sr. Eduardo Rasckovsky também tentou comprar outra Juíza, Dra. Maria Cunha, da 2a. Vara Empresarial, portanto dentro de seu ambiente de trabalho, e manterem estreita relação com tal pessoa?
Pior, mais grave e desesperador, quem investigará essa gravíssima denúncias, já que o Des. Roberto Wider e demais envolvidos são desembargadores e ex-desembargadores renomados e de grande influência no tribunal fluminense? Serão seus pares?
Quando levamos a pecha que temos memória curta, não é à toa, realmente temos. Eu tenho pelo menos e me sinto envergonhado de constatar isto ao ler o blog do Luis Nassif e Luiz Carlos Azenha.
De lá para cá, a impunidade reinou e a notícia que hoje constatamos é que o Eduardo Rasckovsky apenas ficou mais intimo dos ilustres desembargadores, apesar dos escandâlos com seu nome ocorridos dentro da sede do Judiciário Fluminense, e que a Juíza que o denunciou sofreu inúmeros processos administrativos.
E agora, o que podemos esperar?
Dizem que para saber sobre o futuro basta olhar o passado. Espero que não.
A única esperança do povo brasileiro já tão sofrido com uma séria de escândalos no Poder Executivo e Legislativo, ainda é na Justiça. É inaceitável que os cariocas também venham perder a confiança nela.
Alguma coisa deve ser feita também pela moralidade é ética do Judiciário, especial no Rio.
E não se restringe ao caso agora em voga. Também não é cabível constatar desembargadores se aposentarem e imediatamente abrem escritório com clientes multimilionários, por conta de suas imperiosas e evidente influências no Judiciário Fluminense, assim como a escancarada situação de alguns escritórios que só possuem advogados parentes de juízes e desembargadores. Como podemos acreditar num Judiciário imparcial e justo diante destas sabidas informações?
Todos falam muito de supostos juízes comprados, acredito mais na versão retratada pela matéria do jornal, o tráfico de influência. Este é bem mais cruel, já que a sabotagem à justiça fica numa faixa nem sempre clara aos olhos de quem está do outro lado numa luta judicial.
Fotos extraídas do google
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
ENQUETE NO SENADO: EU VOTO SIM!
Na página da Agencia Senado Federal existe uma enquete para consultar a opinião da população acerca de um projeto de lei (PLC 122/2006) que pretende criminalizar o preconceito contra homossexuais.Eu voto no SIM, sou a favor!
Neste momento, o resultado da enquete aponta para a posição de negativa a criação de crime contra o preconceito. A princípio, a maioria afirma ser a favor do preconceito contra os homossexuais!
Estranho? Sim, mas nem tanto.
Os evangélicos estão pedindo na rede que todos votem NÃO e difundindo na rede que pastores serão presos, escolas invadidas por gays, que pais não poderão mais manter a autoridade sobre os filhos e que conselhos em relação a sexualidade serão penalizadas e assim por diante.
É incrível como os evangélicos fundamentalistas conseguem MENTIR, ENGANAR E LUBRIDIAR seus seguidores. Pior, como é fácil enganá-los.
Não é à toa que a mistura de religião na política vem crescendo cada vez mais. Cidadãos crédulos naquela pessoa que diz pregar a palavra de Cristo, toma como verdadeiro tudo que é dito, não importa o que seja. Que perigo, que barbaridade!
A única verdade é que o projeto pretende criminalizar aqueles que DESRESPEITEM A DIGNIDADE de outra pessoa fundada no preconceito pela orientação sexual, tudo mais é balela.
A desonestidade destes evangélicos é tão gritante que os mesmos nem informam que o PLC 122/2006 foi substituído por outro texto, QUE RETIROU indevidamente (no meu entender) o preconceito pela orientação sexual, generalizando o crime de preconceito.
Eles vivem dizendo que não possuem preconceitos, que amam os pecadores, então porque tanto medo? A resposta é meio óbvia.
Você não tem medo da fixação de uma multa exorbitante se sabe que não descumprirá o pagamento na data combinada. Se tiver medo é porque sabe que pode não cumprir...
Ululante que nenhum homossexual pode desejar que as doutrinas de tais religiões sejam ALTERADAS e que, com o advento da lei, as mesmas alterem suas posições. Não há e nunca haverá crime algum a reprovação destes fundamentalistas em relação à orientação sexual dos homossexuais em púlpitos sagrados. Ao contrário deles, homossexuais não misturam religião com direito.
Defender posição religiosa é uma coisa e exorbitar com ofensas a dignidade da pessoa é outra bem diferente. O medo deles reside aí, pois é habitual eles ultrapassarem as suas lições bíblicas e perpetrarem ofensas públicas absurdas e pregarem perseguições.
Eles podem e reclamam que não devem ser discriminados e POSSUEM LEI PARA ISSO, mas não admitem que homossexuais deixem de ser. Que tipo de cristão será esse?!
Esses fundamentalistas perversos não querem só jogar a culpa
“bíblica” nos homossexuais, mas também ajudar a bater, a pisar e a matá-los, contribuindo que doentes sociais aumentem seus preconceitos e continuem matando um homossexual a cada dois dias.A cultura do preconceito e sua preservação devem ser abominadas da face da terra. Por isto, assim como eles, venho também pedir que votem A FAVOR do projeto de lei. Diga sim, como eu.
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*foto: bedebola.blogspot.com/2008/09/no-homofobia.html
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Rio de Janeiro, cidade maravilhosa

O Rio de Janeiro possui a maior floresta urbana do mundo – Floresta da Tijuca-, e deve ser a cidade brasileira que possui maior quantidade de parques e reservas ambientais do país, segundo André Delacerda. Na sua maioria, estes parque e reservas são remanescentes da Mata Atlântica, que é considerada a floresta com maior biodiversidade por metro quadrado do planeta, muito superior a Floresta Amazônica. É uma sorte termos toda essa riqueza de ecossistemas, que se estendem também a vegetação de restinga. Uma curiosidade é que os grandes parques ecológicos do Rio, e que possuem grandes extensões de floresta estão na Zona Oeste da cidade. A cidade ainda possui a maior floresta urbana replantada do planeta e a maior floresta urbana remanescente. Isso tudo nos traz uma qualidade de vida, que muitas cidades tomadas pelo concreto não possuem.
Rio de Janeiro tem o maior réveillon do Brasil! O samba e a bossa nova nasceram no Rio de Janeiro e ainda são os ritmos que melhor traduzem o espírito da cidade. Os desfiles das escolas de samba fizeram com que o ritmo fosse conhecido mundialmente. Aliás, é onde também reproduz um dos maiores eventos mundiais, o carnaval.Também Buenos Aires e Cidade do México são as outras cidades da América Latina a compor o índice que são avaliadas pela força de suas marcas no mundo.

segundo ranking da 'Forbes'. Essa Pesquisa ouviu dez mil pessoas em mais de 20 países.Cidade venceu Sydney, Barcelona, Amsterdã e Melbourne.A relação das cidades mais felizes do mundo, divulgada pela "Forbes", foi elaborada em função dos dados de uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa de mercado GfK Custom Research North America e pelo consultor Simon Anholt, que reuniu as respostas de dez mil pessoas em mais de 20 países.
O Rio de Janeiro vai sediar os Jogos Olímpicos de 2016, tornando-se a primeira cidade da América do Sul para organizá-los. Eram 4 candidatas, Madrid foi esmagada na final pelo Rio de Janeiro. Anteriormente, tinham sido eliminados os outros dois candidatos: Chicago, sendo a primeira eliminada primeiro, e Tóquio, a segunda.
A cidade foi também pioneira no pensionamento de servidores públicos municipais gays (recentemente, também estaduais); pioneira em projetos como o DAMA, de capacitação profissional e recolocação no mercado de travestis, transexuais e transgêneros; e possui um Conselho LGBT municipal, além do estadual - mas nosso grande cartão postal é e sempre será a beleza natural de nossa cidade, infelizmente não muito cuidada por nós, cariocas, e seu charmoso lifestyle. Andar pelo calçadão de Ipanema num domingo e assistir ao pôr do sol na praia é uma experiência única!
"Segundo a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (IGLTA, na sigla em inglês), o turismo LGBT é um dos segmentos que mais crescem atualmente no mundo. Dados da entidade mostram que esse mercado representa por ano US$ 54 bilhões nos Estado Unidos, US$ 9,4 bilhões no Canadá e 600 milhões de libras na Grã-Bretanha.No Brasil, esse público vem ganhando cada vez mais espaço. Em maio deste ano, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério do Turismo (Mtur) e outras 17 entidades governamentais e sociais, lançou o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
*Foto: “Carinho entre iguais na Ipanema dos anos 70” de Alair Gomes / Divulgação / Guia Rio Diferente.
sábado, 24 de outubro de 2009
O ASSOMBROSO DESCASO DO MPF E DO MOVIMENTO LGBT COM A AÇÃO CIVIL PÚBLICA QUE PRETENDIA DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS
Aqui neste blog expliquei detalhadamente a reviravolta ocorrida no julgamento de recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça que discutia o reconhecimento da inscrição de companheiro homossexual como dependente previdenciário decorrente das uniões estáveis (http://carlosalexlima.blogspot.com/2009/09/stj-perde-oportunidade-de-garantir-o.html).
Relembro em síntese o que ocorreu: o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul ingressou com uma ação civil pública (esta ação é um instrumento processual destinado à defesa de interesses difusos e coletivos) com o intuito que fossem reconhecidos os direitos previdenciários dos casais estáveis LGBTs., onde foi obtida uma liminar (de imediato) confirmando a pretensão. Inúmeros recursos foram interpostos pelo INSS contra a liminar, e chegando ao Supremo Tribunal Federal, o Ministro Marco Aurélio manteve o direito previdenciário, não acolhendo a pretensão do INSS que desejava que a mesma fosse suspensa até que todo processo fosse julgado.
A liminar foi confirmada definitivamente pela sentença proferida pelo Juiz Federal do RS e ratificada posteriormente pelos desembargadores daquele Tribunal Regional Federal. Entretanto, o INSS recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, através de recurso especial.
Aqui começa a esdrúxula situação que merece atenção de todos pelos descasos incidentes.
Pois bem, o INSS “fez a sua parte”, mantendo sua posição, recorreu ao STJ para tentar impedir o direito dos homossexuais, sob afirmação que:
“... o recorrente que o Ministério Público não possui legitimidade ativa para propor a presente ação civil pública, pois os interesses envolvidos nesta ação, embora homogêneos, não estão incluídos entre os direitos do consumidor, única hipótese prevista na referida lei para defesa de direitos individuais homogêneos.
Afirma, ainda, que não há como se reconhecer a inscrição de companheiro homossexual como dependente previdenciário, uma vez que tanto a Constituição Federal como a legislação infraconstitucional não reconhece a relação estável entre pessoas do mesmo sexo.”
O relator nomeado para julgar o Recurso Especial nº413.198 foi o Ministro Hamilton Carvalhido (foto ao lado).Para os leigos, cabe uma explicação, o Ministro Relator poderia a) levar o recurso a julgamento junto sua Turma para julgar em conjunto com seus pares ou b) decidir sozinho, desde que houvesse justificativa legal. Foi o que ele fez, decidiu sozinho, conhecendo o recurso especial interposto pelo INSS para NEGAR PROVIMENTO ao mesmo, sob argumento do artigo 557 do CPC:
“Art. 557 - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior”.
Para o Ministro Hamilton Carvalhido era MANIFESTAMENTE incabível o recurso do INSS, tendo enfrentado todas as questões por ele suscitado.
O que caberia ao INSS diante desta decisão solitária do Ministro Hamilton Carvalhido contra seus interesses? Interpor um recurso (no caso, agravo regimental) para que a questão fosse levada para Turma e julgada pelo colegiado.
E como era de se esperar por qualquer pessoa afeita aos procedimentos judiciais, o INSS - fez isso -, interpôs recurso ressaltando que a importância daquele julgamento não poderia ser restrita a posição de um único julgador, chegando a defender que vários colegiados deveriam apreciar o tema: “diante da relevância da matéria, torna-se necessário que o julgamento da matéria se dê pela Terceira Seção ou, pelo menos, por ambas as Turmas que a compõem”.
Tal recurso de agravo regimental interposto teria que voltar para o Ministro Hamilton Carvalhido por ser este o relator do processo, entretanto, neste ínterim, com a sua transferência voluntária para a Primeira Turma do mesmo Tribunal, sua vaga na Sexta Turma passou a ser ocupada pelo Ministro Og Fernandes, o qual passou a figurar como relator do processo em questão.

E ao invés de levar o agravo regimental interposto pelo INSS para julgamento da Sexta Turma, o Ministro Og Fernandes (foto ao lado) fez o mesmo que antes havia feito o ministro Hamilton Carvalhido: decidiu julgar sozinho o processo. Desta vez a decisão foi pela primeira vez CONTRÁRIA aos interesses dos LGBTs, pois o mesmo RECONSIDEROU a decisão do Ministro Hamilton Carvalhido, para decidir que o Ministério Público não possuía legitimidade para ajuizar ação civil pública.
Por enquanto, nem entro no mérito das razões que levaram o Ministro Og Fernandes àquela lamentável decisão, apenas ressalto que sua decisão singular foi ANTAGONICA aquilo que o Ministro Hamilton Carvalhido havia decidido, já que este expressamente entendeu que o Ministério Público possuía legitimidade para aquela ação.
ATENÇÃO:
Pior e mais grave, com a omissão de interpor recurso contra a decisão monocrática do Ministro Og Fernandes, o Ministério Público Federal também, por consequência, IMPEDIU que fosse possível a interposição de recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal
, pois não cabe recurso extraordinário de decisão proferida por um único julgador. Em outras palavras, mesmo que, eventualmente, os demais Ministros do Superior Tribunal de Justiça não concordassem com a posição do Ministro Carvalhido e se mantivessem a decisão do Ministro Og Fernandes, ainda assim, depois da decisão colegiada, poderia levar a questão ao Supremo Tribunal Federal, onde o Relator seria o Ministro Marco Aurélio (foto ao lado), o qual já havia se manifestado favoravelmente ao direito previdenciário dos LGBTs na decisão que apreciou sobre a mesma liminar. Constatar o que ocorreu é ASSUSTADOR !
Fosse um processo de um cidadão comum patrocinado por seu advogado, caberia a reclamação junto ao órgão de classe pelo abandono da causa e civilmente o pedido de reparação civil pelo grave prejuízo causado.
As perguntas que não querem se calar: Qual a razão do abandono da causa pelo Ministério Público Federal? O que levou a não recorrer da decisão solitária daquele novo Ministro? O que faz com que INUMERAS DECISÕES ANTERIORES favoráveis sejam ABANDONADAS pelo MPF e o mesmo não faça qualquer recurso, CABIVEL A ESPECIE, para rever a decisão, deixando transcorrer in albis todos os prazos, tornando impossível até a possibilidade de recurso para o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, apesar da posição favorável do Ministro Relator deste órgão, Marco Aurélio?
E o MOVIMENTO DESORGANIZADO LGBT? Aparece em fotos ao lado de Procuradores da República e de tantas outras autoridades, se mostra íntimo em tais relações e anuncia, se irrogando, indiretamente, na titularidade das decisões favoráveis na justiça, nesta hora FICA OMISSO?! Tantas verbas, estadias, PTAs, reuniões com inúmeros advogados convidados e NENHUM DELES ACOMPANHA? A responsabilidade do Ministério Público Federal merece ser partilha com o Movimento dito organizado.
*imagens extraídas do site do STJ e STF
A PERDA DE UM VOTO NAS PRINCIPAIS AÇÕES NO STF

Na realidade, antes mesmo da sua indicação, já havia rumores no movimento desta possibilidade e por incrível que pareça, se festejava tal suposição.
Nunca vi com bom olhos o Toffoli. De um lado, fotos com o movimento e palavras favoráveis e de outro, parecer da AGU na ADPF do Governador do Rio de Janeiro onde adotava posição que objetivamente não era a melhor, apesar do discurso contrário.
E agora como Ministro do STF não votará. Não vejo ganhos, mas a perda de um voto que seria muito importante naquelas ações que lá tramitam.
Alguns nomes ventilados para a vaga de Ministro do STF deixada pelo Ministro Menezes Direito eram francamente favoráveis a nossa causa e, infelizmente, foram derrubados pelo novato Advogado Geral da União, o qual antes estava na campanha das eleições do Presidente que o escolheu.
A prova dos nove ainda acontecerá, quando o mesmo não se escusar de votar recursos extraordinários e outros que venham pleitear o reconhecimento de direitos lgbts. É aguardar para ver. Mas ninguém deve ficar surpreso com eventuais mudanças, já que ele próprio afirmou que sua postura na vida seria outra após o ingresso no STF, como se para ser o Advogado Geral da União não tivesse sido necessário.










