parabenização porque duas pessoas assumiram a Cordenadoria Nacional de Promoção dos Direitos LGBT que foi criada pelo Lula. quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Esfinge do momento: Coordenadoria Nacional de Promoção dos Direitos LGBTs
parabenização porque duas pessoas assumiram a Cordenadoria Nacional de Promoção dos Direitos LGBT que foi criada pelo Lula. quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Prefeito de Buenos Aires amarelou e não autorizou o casamento dos gays argentinos

Em uma reviravolta dos acontecimentos, a decisão final ficou para o prefeito, Mauricio Macri, que inicialmente tinha dado luz verde ao casamento. Nessa confusão de casa não casa, o casal ficou aguardando até o último instante, quando os advogados saíram para anunciar a notícia: A cidade não permitiria o casamento até que o Supremo Tribunal se pronuncie sobre o caso.
O casal havia escolhido o dia primeiro de dezembro para a celebração do casamento por ser o Dia Mundial da AIDS e serem eles portadores do HIV. A idéia era contribuir na redução da discriminação.
Em meio à polêmica, o casal continua empenhado na causa. Pelo menos eles lá ainda podem ter esperança de se casarem. Sorte deles não serem brasileiros.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Noite de Cristo Redentor Vermelho e Lua Cheia
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
"Amanhã, ou nos casamos ou protestamos", afirma Alex Freyre.

Decisão de juíza suspendeu casamento previsto para esta terça (1°).
Amauri Arrais
Do G1, em São Paulo
Após uma juíza civil ter suspendido nesta segunda-feira (30) o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, que estava prevista para esta terça-feira (1º), o casal diz que irá recorrer e convocou, por e-mail, um protesto no Registro Civil, onde estava previsto o casamento.
“Temos uma sentença firme e irrevogável. O que conseguiram foi apenas adiar. Se necessário, iremos ao Conselho da Magistratura. Amanhã, às 14 horas, no Registro Civil, ou nos casamos ou protestamos”, disse, por e-mail ao G1, Alex Freyre.
Alex Freyre, de 39 anos, e José María Di Bello, de 41, conseguiram autorização da Justiça argentina para se casar (Foto: Reuters)
Mais cedo, por telefone, Freyre, 39, havia falado dos preparativos para a oficialização da união com José Maria di Bello, 41, naquele que seria o primeiro casamento civil entre pessoas do mesmo sexo na América Latina.
Ativistas ligados ao movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), eles haviam escolhido a data, Dia Mundial de Luta contra a Aids, porque ambos são soropositivos. “Quando a juíza falou que sim, decidimos que seria no dia 1º de dezembro para passar a mensagem que não somente os gays têm valor, mas que os soropositivos também podem buscar ser felizes, ter uma melhor qualidade de vida”, contou Freyre.
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O texto ordenava ao Registro Civil que realizasse o casamento dos argentinos, abrindo um precedente que pode fazer do país católico o primeiro da América Latina a permitir o casamento de casais do mesmo sexo.
A decisão também reativou a discussão sobre um projeto de casamento homosexual que estava parado na Câmara dos Deputados argentina e gerou um movimento em todo o país de casais que tentam obter resoluções judiciais iguais. Segundo Freyre, equipes jurídicas da Federação LGBT vão orientar e dar apoio aos pedidos dos casais.
“Para nós, é muito importante sobretudo ter a possibilidade de divulgar que é possível. Não é aceitável para nós que nossas famílias sejam juridicamente discriminadas”, disse Freyre ao G1.
‘Gay friendly’
Apesar da “onda positiva” que poderia ser gerada pelo casamento, Freyre reconheceu que ainda há muito a avançar na América Latina, que considera uma região “machista” e “homofóbica”.
“O machismo é o pai de todo preconceito, inclusive a homofobia. E nossa região é muito machista. Quando falam que o Rio, Buenos Aires, São Paulo ou Bogotá são cidades gay friendly isso é mentira. Claro que há algumas áreas melhores, mas se você vai a um estádio de futebol com seu namorado e dá um beijo, você sabe que corre o risco de ser agredido, que vai ter uma experiencia ruim. Os crimes de ódio contra os homossexuais ainda são muito frequentes”, disse.
Enquete: O problema era do site da Agencia Senado
Como havia relatado, no site do Senado já constava nova enquete popular - se o cidadão aprova o novo site da agencia senado - e entre as enquetes anteriores não se cogitava a aludida enquete da homofobia.
Bem na moda Brasil, da mesma forma que a enquete homofobia sumiu e uma nova apareceu sobre o site, logo na parte da manhã tudo mudou, voltou ao ar a enquete da homofobia. Foi simples descobrir, recebi tantos e-mails lembrando sobre o último dia de votação que, evidente, fui lá no site da Agencia Senado verificar e lá estava a enquete no ar.
Mas a porcariada continua a mesma. Ao voltar mais uma vez no espaço da enquete me deparei com a seguinte mensagem: "Ocorreu um erro no servidor enquanto processava a URL. Por favor contate o administrador do sistema".
Essa tamanha bagunça e primariedade toda, não ocorreu no site do bloco peru molhado ou dos colegas da rua da esquina, O SITE é do SENADO FEDERAL BRASILEIRO!
Você consegue acreditar no resultado que der? EU NÃO!
Deus queira que os responsáveis técnicos de informática do site não sejam os mesmos da votação eletrônica dos Senadores.
A falta de credibilidade do Movimento LGBT e o Desaparecimento da Enquete na Agencia Senado
Toni Reis, presidente da ABGLT, convocou a todos com a seguinte mensagem:
“O Senado criou uma enquete para testar a opinião pública sobre o PLC 122/2006 (que criminalizada a homofobia). A enquete ficará no ar durante todo o mês de novembro. Peça para amigos e colegas votarem a favor também!”Algumas passam batidas e ninguém dá a menor bola. Outras, sabe-se lá porque razão nos pega e, como se estivéssemos torcendo pelo Brasil na Copa, vestimos a camisa e nos mobilizamos.
Foram e-mails para todos os amigos e conhecidos, temas em vários blogs, mobilização no Orkut, twitter, facebook, até porque os evangélicos fizeram o mesmo, com uma ferrenha campanha contra.
A enquete pegou fogo. Durante alguns dias ficou fora do ar. Em seguida voltou com o pedido de transcrição de números, com intuito de evitar que robôs burlassem a enquete. Os evangélicos descobriram outra forma de fraude, e passaram ensinar aos seus seguidores como burlar a segurança do site do senado para votar mais de uma vez.
Pois bem, a previsão de duração da enquete foi para todo o mês de novembro, e como todos sabem, o mês de novembro ainda não terminou. Hoje, teoricamente, seria o último dia da enquete.
Sendo uma daquelas pessoas que votou, tendo também enviado e-mails para todos os amigos
fazendo propaganda da enquete, além de conclamar a todos do Orkut fazerem o mesmo e incentivar a votação no meu blog e em outros blogs bem mais acessados que o meu, fui lá no site da Agencia Senado dar uma verificada qual era a situação da votação no seu último dia.SURPRESA!
A enquete não está mais lá!
Pensei, tudo bem, terminaram a enquete um pouco antes, afinal hoje é dia 30.
Como nova enquete já substitui a anterior, fui para uma nova etapa: Verificar os resultados das enquetes anteriores.
SURPRESA DE NOVO!
A enquete da PLC 122/2006 não faz parte das enquetes anteriores.
Existem resultados das enquetes anteriores, como do ensino religioso, do pré-sal, da Venezuela no MERCOSUL, da maioridade penal. HOMOFOBIA nada!
Estranhei.
Se aqui fiz campanha, me sinto na obrigação de dar uma satisfação. Evidente, vou atrás de informações com quem fez campanha comigo, a ABGLT. Busquei numa vasta lista de e-mails do Presidente da ABGLT alguma informação. Nada! Ok, pode não ter utilizado o mesmo caminho da campanha, procuro então descobrir se existe algum esclarecimento no site institucional da ABGLT, NADA!!!
Desisto.
Essa conduta nem chega a ser uma novidade. Já perdi a conta de quantas coisas foram denunciadas ou conclamadas pela ABGLT e depois simplesmente sumiram do mapa, como se jamais tivessem existido. A ABLGT é apenas mais uma ONG, entre tantas outras. A diferença está nos seus associados, os quais não podem ser pessoas normais assim como eu e você, tem que ser pessoa jurídica e, evidentemente, em seu mecanismo de poder com o setor público. Não tem compromisso com o indivíduo, apenas com suas ONGs associadas. Então tá. É bom lembrarmos disso quando for dela algum novo pedido a comunidade dos sem CNPJ.
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No Brasil os homossexuais ainda não conseguem se envolver de verdade com o Movimento dito Organizado e como vemos não é à toa. O movimento faz por onde não ter credibilidade.
Pode ser que a Agencia Senado tenha algum respeito com quem perdeu seu tempo votando e ainda faça qualquer esclarecimento, pois não dá para depender da ABGLT. Eu voltarei lá outras vezes e assim que souber de algo informo aqui.
domingo, 29 de novembro de 2009
Grito de desabafo direto do Púlpito da “Vida Inteligente Na Madrugada” para o Senado Federal
Serginho Groisman, de bermuda e camiseta branca, com estampa da mão da estátua do Cristo Redentor portando uma fita vermelha, símbolo de luta contra AIDS, resolveu comemorar o aniversário de 9 anos do programa Altas Horas no super, mega, hiper popular PISCINÃO DE RAMOS.O programa era POVÃO, com mais de mais de 40 mil pessoas, de variadas comunidades locais, num calorão digno de verão, em plena primavera.
“Altas Horas, vida inteligente na madrugada” possui um quadro realmente interessante, o Púlpito, no qual o microfone é aberto para a platéia, que comparece à tribuna para falar, ou protestar, sobre o que quiserem.
Nunca o púlpito refletiu tão bem a sua finalidade. Era o povo literalmente falando na telinha da Globo com clareza, literalidade e sem rodeios.
O povo de Ramos vinha abaixo a cada protesto, e não foi diferente quando surgiu um rapaz chamado Deri que chegou lá e de dedo em riste e em altos brados foi direto:
“O meu protesto é contra a homofobia, todo gay tem direito de se expressar. O meu protesto é contra os senadores que não aprovaram a PLC 122 de 2006, dando liberdade para os homossexuais de se expressarem. Todos nós temos direito de nos expressar, temos direito de amar, todo mundo é igual perante a lei. Brasil aprova a lei contra a homofobia!!!"
DERI falou como entendia ser o objeto do PLC 122/2006, um projeto de lei que visa ir contra a homofobia, no exercício do direito à cidadania, justificado em suas coerentes palavras, no direito de se expressar, no amor e no fato que "todo mundo é igual perante a lei".
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Vejo muitos militantes de movimento que parecem que estão lá mais preocupados em se projetar politicamente que realmente envolvidos com a causa que aparentemente defendem. Assisto também alguns militantes em listas de discussões arrotarem desaforos àqueles que não integram a uma ONG que possua CNPJ, desqualificando e desmerecendo qualquer um que não faça parte da sua trupe fechada de seis ou sete pessoas. Essas pessoas, ditos militantes organizados, discutem e decidem entre elas o que acha conveniente e desprezam todos demais.
Pois o DERI fez ali do púlpito, na telinha da Globo, perante mais de quarenta mil pessoas presentes, entrando ainda em todos os lares do Brasil que assistiam ao programa, infinitamente mais que abaixo assinados, blogs, listas de discussões, enquetes ou carta para senadores. Ele falou direto do povo e com o povo, e cobrou com clareza inquestionável, com dedo em riste, aos senadores.
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Tai um momento menorável e uma gravação digna a ser encaminha para o Congresso Nacional.










