O presente blog se propõe a reflexão sobre os Direitos Humanos nas suas mais diversas manifestações e algumas amenidades.


quinta-feira, 4 de março de 2010

Jogo dos Sete Erros

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1- Mahmoud Ahmadinejad, Lula e Hillary Clinton

Lula recebeu no ano passado em Brasília o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e em maio fará uma visita a Teerã. O homofóbico, machista e violento presidente parece que caiu nas graças do Lula.

Já a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, não conseguiu ser tão bem recebida quanto o lider Mahmoud Ahmadinejad, saindo do nosso território sem obter apoio brasileiro a novas sanções contra o Irã, evitando o enriquecimento de urânio para fins duvidosos.

Mas a visita rendeu foto para a campanha de Dilma.

foto: Adriana Machado/AFP Photo, no G1

2- A Calça Pênis

A estilista Isabel Mastache acaba de lançar uma verdadeira novidade para o vestuário masculino: a calça pênis. A calça, desfilada na semana de moda de Madrid, vem com um bolso para a genitália masculina e fez o maior sucesso!!!

Fotos: guanabee.com
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3- Ambas as notícias são verdadeiras.
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A correlação existente entre ambas notícias e imagens, ora sugerida por este blog, é deixada para imaginação dos leitores.

terça-feira, 2 de março de 2010

Carlos Tufvesson dá entrevista à Revista Júnior #15 e diz que movimento gay virou agência de viagens

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"Carlos Tufvesson é conhecido nacionalmente não apenas por vestir globais e socialites mas também por seu ativismo pelos direitos civis LGBT. Casado há 15 anos com o arquiteto André Piva, usa o grande espaço que tem na mídia, a proximidade com poderosos e seus disputados desfiles para levantar as bandeiras do casamento gay e da luta contra AIDS. Em um papo no café da Daslu durante a são Paulo Fashion Week, fez graves denúncias contra o movimento organizado, reconheceu que não consegue atrair nem amigos nem seu marido a se engajarem na militância e avaliou que, apesar de querer muito se casar de papel passado e ser um dos estilistas favorito das noivas cariocas, não ficaria bem de véu e grinalda.

Acusado de burguês por militantes, estilista das famosas rasga o verbo e afirma que movimento gay virou agência de viagens.

O que aconteceu para você se envolver nessa batalha por direitos?
Eu me casei com um italiano, morei na Itália com ele por cinco anos e nunca consegui visto. Senti na pele que fazia parte de uma minoria sem direitos. Depois disso voltei para o Brasil, vivo com o André há 15 anos e continuo sem esses direitos. Não tenho filhos, mas tenho sobrinhos e quero um Brasil melhor para eles. O que não podemos é ficar 20 anos lutando e nada acontecer. e, pior, não temos uma luz no fim do túnel ainda. Países como argentina e Uruguai (onde já foi aprovado recentemente união para casais homossexuais) já estão colhendo frutos de uma discussão que começou antes no Brasil. Um belo dia percebo que o movimento gay tirou da pauta a questão da união civil alegando que ela só interessa a quem tem bens e dinheiro para dividir, ao invés de entender como um projeto de cidadania plena. É o único projeto que faz a sociedade formar uma opinião sobre o que é ser homossexual, que não é só uma coisa de promiscuidade. O atraso na regulamentação dos direitos civis dos cidadãos homossexuais no Brasil é fruto das estratégias erradas adotadas por esse movimento, uma cegueira ideológica.

Você tem esse embate dentro do movimento por causa disso? Por te enxergarem como burguês...
Cara, estou aqui para lutar pelos meus direitos civis como cidadão. Acho que é uma falsidade ideológica dizer que o André é meu amigo. Eu tenho pavor disso, falo muitas coisas na cara dos outros, na cara de governadores, de prefeitos. É lamentável que a decisão do movimento seja priorizar o PLC 122 (que criminaliza a homobofia), um texto fraco, de código penal.

Por que essa resistência do movimento à união civil?
Isso é uma questão que o Luiz Mott me explicou. Tem essa resistência por achar que é uma questão burguesa. Pega o exemplo do Pacs (Pacto de União Civil) na França. Ele mudou a maneira como a sociedade francesa via os gays. Discutir com pessoas que não têm essa visão cosmopolita de mundo, estratégica, é muito complicado. Ficar gritando ‘sexo anal derruba o capital’ não dá. Não dá para ficar brigando com a imprensa, acusando de ser capitalista. O movimento está com uma comunicação completamente errônea, a imprensa é muito mais nossa aliada. No Brasil existe um apagão de direitos LGBt. Dois parlamentares fortes de um partido do governo declararam recentemente que falar sobre direitos gays seria prejudicial à campanha presidencial. O governo federal discursa muito, não faz quase nada e o movimento não abre a boca.

Qual seria a saída para o fim desse apagão?
Primeiro: uma mudança geral das lideranças homossexuais. Numa boa, se o time não está ganhando, troca o técnico. Existe um sistema feudalista no movimento, de capitanias hereditárias. Cada lugar tem um chefão e não podem surgir lideranças novas. isso é grave.

Mas se saem essas lideranças, quem entra?
É melhor que não tenha. Para conseguir nossos direitos não precisa ter 500 seminários, distribuição de passagens para quem bate-cabeça para o governo. está virando um movimento de turismo. Aliás, ele poderia mudar e passar a ser subvencionado pelo Ministério do turismo, não precisa mais ficar na secretaria de Direitos Humanos. É ridículo. e ainda ficam levantando bandeira babaca. se não tiver ninguém, fica melhor do que a situação como está, pois parece que tem alguém e na verdade não tem. eu não sou um grupo, mas tem muita gente que me apóia. as ações que eu faço nunca são solo, não defendo nenhum personalismo no movimento, defendo grupos fortes e com representatividade. Forte não é ser amigo de alguém, forte é ter representatividade na sua cidade. É desesperador ver que há cinco anos os grupos chamavam para manifestações em rua e agrupavam 100 pessoas, que nem era um número muito grande. Mas agora não reúnem nem cinco pessoas. não adianta ter uma associação nacional com 300 afiliadas se cada grupo tem cinco afiliados.

Se tiver 1.500 pessoas até que é bastante...
Mas muitos grupos que tomam a decisão pelo movimento funcionam na sala de casa de alguém e não conseguem dialogar com a sociedade. O que eles representam? a gente sabe que o movimento não é coeso, não é unido, na verdade as pessoas só falam mal das outras pelas costas. Eu prefiro o trabalho de formiguinha. Uma ação no TJ do Rio vai ter um efeito muito maior do que anos de seminários e passagens pagas com o dinheiro do contribuinte.

Rola uma ciumeira no movimento por você ter espaço na mídia?
Esse espaço que eu tenho trago da minha história como estilista e uso em prol de uma causa, não tiro espaço de nenhum militante. Numa guerra temos que usar os melhores soldados, as pessoas que podem articular melhor. Não que eu seja soldado melhor que os outros, mas sou um soldado, e não posso ser deixado de lado. as pessoas não são estimuladas a participar de grupos por uma questão simples: é para que não possam votar e, assim, que mantenham os mesmos eternamente lá. No último desfile eu fiz um protesto porque ninguém lembrou dos 40 anos de Stonewall! Pode alguém do movimento ser um pouco mais específico sobre o que é e o que se celebra em uma parada? Sem formação de opinião a gente não vai conseguir nada!

Outra questão que você vem batendo é justamente o fato das Paradas no Brasil acontecerem de acordo com o calendário de feriados do país e não estarem ligadas à questão do orgulho gay.
Isso é mais uma coisa que eu me choco de frente com o movimento. Os gays de 18 anos nem sabem o que foi a revolta de Stonewall, que temos 40 anos de história, que muita gente já lutou e já morreu por isso. O orgulho de ser gay é o que celebramos no 28 de junho, no mundo inteiro. No Brasil se faz parada de janeiro a janeiro. É só para os militantes poderem viajar. Quando esses militantes vão sair das salas de conferências e começar a falar com a comunidade? Não adianta chegar em Brasília e falar ‘represento 10% da população’. Não amor, você representa 150 pessoas do seu grupo.

Como você lida com essa questão dentro de casa? Porque o André não milita...
Ele respeita super. Eu não posso atrair meu marido para uma militância organizada que eu mesmo questiono. Eu vejo amigos meus que não sabem nem que existem grupos gays... Você acha que eles participariam de um movimento? Eu sonho que um dia isso aconteça. Queria que eles entendessem que se em cada cidade houvesse um grupo forte e organizado, que prestasse assistência psicológica, jurídica e humana, tudo seria diferente. Mas se optou por não dialogar com as pessoas e sim pegar verba federal dizendo que representa essas pessoas.

Sua família nunca achou que estava se expondo muito?
Isso só aconteceu uma vez. Foi quando tive uma proposta para ser candidato a deputado. Minha irmã me chamou e disse que seria demais. eu tomo cuidado pra não falar militantês demais.

Quando sair o casamento ou a união civil, você vai casar?
Vou! Já pensei em casar fora do país, mas qual seria o sentido? Eu continuaria sem meus direitos respeitados aqui... e você vai casar? Não sei, talvez sim. Você pensa em como seria o casamento, na festa, nas roupas... Eu queria apenas a família e as pessoas mais queridas do lado. Você sabe que seria meu padrinho...

E a lua de mel?
Gato, a gente já é casado há 15 anos, seria apenas uma formalização.

E você acha que mudaria alguma coisa?
Não, mas o meu caso é absolutamente atípico. Minha relação já é respeitada pela minha família.

Vocês já fizeram algum tipo formalização?
A gente é péssimo nisso. Quando fomos fazer testamento, a gente chorava um para o outro, drama queen total. No nosso caso já existe um reconhecimento na sociedade. A gente deveria ter um contrato, mas o casamento é diferente, ele daria o respaldo do que realmente é a nossa relação.

Mas até ele ser aprovado, o que a gente faz?
2010 é um ano de eleição e devemos analisar a plataforma de todos nossos candidatos, não acreditar em marketing político. Uma das grandes decepções que tive foi com a Marta e aquela campanha pavorosa, colocando a questão do preconceito sexual. na verdade tem vários políticos que sabemos que são gays e isso nunca foi usado em campanha. Precisamos nos focar na eleição de candidatos que lutam pelo reconhecimento dos direitos civis. Se não vai continuar essa eterna merda. Como o (ex-presidente da Câmara dos Deputados) Severino Cavalcanti, que dizia que queríamos casar de véu e grinalda na igreja. Ninguém quer casar de véu e grinalda na igreja. Eu não ficaria bem de véu e grinalda.

Quando o casamento for aprovado a tua luta acaba?
Não. Vai continuar sendo preciso dizer às mães que descobrem que o filho é gay que elas não devem ficar temerosas achando que ele vai ser infeliz. Você pode ser feliz amando uma pessoa do mesmo sexo, você só é infeliz se for obrigado a se casar com uma pessoa que não ama, que não sente tesão. Estamos aqui para viver e sermos felizes. A gente veio para o mundo com a função de ser feliz e de desejar o bem ao próximo."

Fonte: Revista Júnior número # 15

segunda-feira, 1 de março de 2010

Astro de 'Harry Potter' faz campanha de alerta para suicídio de jovens gays

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Saiu publicado no G1 do site Globo.com e merece transcrição:


Daniel Radcliffe gravou mensagem para entidade que combate homofobia. 'O fato de eu ser hétero não faz diferença em uma iniciativa como essa', diz

Daniel Radcliffe, astro da série de filmes “Harry Potter”, gravou mensagem para uma campanha de combate ao suicídio de jovens homossexuais nesta sexta-feira (25). A iniciativa faz parte da “The Trevor Project”, entidade sem fins lucrativos fundada em 1998, que combate a homofobia.
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Radcliffe explicou que pelo fato de ter nascido em uma família de artistas demorou a entender que a sociedade discriminava os homossexuais. “Até eu ir para a escola nunca tinha me dado conta de que havia preconceito contra os gays. Quando descobri que existia uma coisa chamada homofobia, fiquei chocado”, explicou o ator. “Sempre detestei a intolerância e me sinto afortunado por participar de uma campanha como esta e poder fazer a minha parte”.

O ator gravou a mensagem a convite da dupla Rajski Peggy e Randy Stone, diretor e produtor do curta-metragem “Trevor” e fundadores do “Trevor Project”. O filme, que ganhou o Oscar em 1994, conta a história de um garoto gay de 13 anos que tenta o suicídio após ser discriminado por amigos.

“Não sou gay. O fato de eu ser heterossexual não faz diferença em uma iniciativa como essa”, analisa Radcliffe.

A campanha deve estrear no início do segundo semestre na Inglaterra.
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fonte:

BBB10: Cacau x Dourado x Lia

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Se o programa se chamasse Big Bosta Brasil entenderia melhor esta décima edição do BBB.

Todos estão lá para jogar, isto é fato. Mas é incrível não ver o escancarado jogo SUJO de alguns brothers.

Marcelo Dourado após atender o Big Fone, tendo ciência que Dicesar estava imune e constatar que Cacau era anjo. sabia que havia entrado numa enrascada.

Possuía consciência que não teria em quem votar, pois seu inimigo já declarado estava imune: Dicesar e para votar em público e ficar bem com todos dependia que Cacau não desse o anjo para Eliéser. O que fez? Tentou de todas as formas colocar o Eliéser na parede, querendo que ele convencesse a Cacau de não lhe dar o anjo.

Dourado sempre se disse amigo da Cacau, assim como implicitamente fez pacto com os integrantes da antiga casa do puxadinho. Em quem votaria? Não podia votar no Dicesar, também não poderia votar no Eliéser se este recebesse o anjo. Michel estava imune pela liderança. Teria que votar na amiga Cacau ou nos seus “parceiros” do puxadinho.

O discurso que Dourado fez após o voto, não se sustenta Segundo o mesmo, como se estivesse falando com ignorantes, poderia ter se livrado do paredão, bastava não votar em Cacau e indicar um “boi de piranha”. Disse que votou em Cacau porque era sujeito homem e não fugiria do Paredão.

Então tá. Conta outra.

Ele mandaria direto para o paredão quem? Fernanda, Cadu, Maroca, Sérgio? Quais destes seria o tal boi de piranha? Se ele mandasse direto para o paredão um desses, como ele disse “boi de piranha”, por acaso ele se livraria de ser o alvo do terceiro voto da casa para o Paredão? Qual seria a reação e em quem Lia, Fernanda, Cadu, Sergio e Maroca votariam depois de receber a facada de Dourado nas costas em alguém do seu grupo fechado? Ele já sabia que era o óbvio alvo de Elieser e Dicesar.

Ele não teve escolha. Preferiu meter a faca na amiga Cacau e culpar o Eliéser.

Até aí estaria tudo bem, pois o jogo é jogo. Mas mandar o discurso FALSO que a culpa do voto em Cacau foi do Eliéser é muito... Tentar indisfarçadamente convencer o Eliéser a não receber o anjo sob a falsa justificativa que era porque estava pensando na Cacau e que deveria ir para o paredão com a Lia é extremamente falso, já que só pensava no seu próprio problema. Lançar o texto que poderia mandar um boi de piranha foi falso. E, mais ainda, que se tivesse feito isto estaria livre do paredão. Dourado falou e agiu com total consciência. Exatamente do jeitinho aqui escrito.

Enfim, Marcelo Dourado FOI PURA FALSIDADE, do início ao fim desta jogada. Poderia ter votado na Cacau sem necessidade de argumentos mentirosos e agir com falsidade pessoal, mas não conseguiu.

Dourado trata os telespectadores como burros que não conseguem enxergar o que escancaradamente faz. Dolosamente transfere todas as responsabilidades de seu voto, que seriam inerentes do jogo e, portanto, sem razão de culpa, para Eliéser,

Lia, por sua vez, diz que queria ir para o paredão. Que Michel tinha que votar nela. Então tá. Quem acreditou que ela queria ir para o paredão? Ela e Fernanda não conseguiram esconder suas verdadeiras faces puxando de forma explícita o saco do Líder Michel como última tentativa de não serem indicadas. Como pode Lia ser tão CRITICA com todos e não enxergar a si mesma?

A edição do programa também não foi justa. Não mostrou Dourado e Lia combinando que alguém tinha que convencer o Eliéser de não aceitar o anjo. Para Lia não seria bom ir com Cacau. E também deixou de apresentara versão completa da conversa de Maroca com Cacau na festa. Na edição do programa se vê Cacau falando para Maroca que deveria escolher entre ela e Dourado (como se Cacau estivesse fazendo a sugestão), entretanto, não mostra que quem deu essas opções não foi ela, mas a própria Maroca que procurou Cacau e lhe avisou que todos votariam nos dois e ela não queria votar em nenhum deles.

Jogar é algo simples, sem culpa, sem erros. Quem transforma uma mera jogada em algo a ser julgado são seus jogadores. Dourado e Lia jogaram na defesa de seus interesses e isto não é errado, mas erraram ao agirem com má-fé, mostrando o caráter que possuem.

Apesar da escancarada de Dourado, para o público ESTRÁBICO, ele é o macho sincero que faz o jogo honesto e mais uma vez vítima do paredão.
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Até o cantor inglês Boy George protestou contra o Marcelo Dourado em sua página do twitter "Homofóbico lidera o Big Brother Brasil. Brasileiros, votem para que esse homem que odeia gays saia da casa", escreveu o cantor na última quarta-feira, 24 de fevereiro.

Marcelo Dourado está longe de ser o único que joga para as cameras, os demais também. Esse papo de voto "com o coração" e que "não está jogando" é papo para débil mental. Todos jogam, a diferença é que alguns o fazem com jogo limpo e outros sujo.

Tá difícil relacionar aqueles que estão jogando limpo nesta edição. Só mais difícil que isto é ver quem o público está preferindo deixar na casa...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Maria Berenice Dias: "Mais uma vez a justiça não se curva à omissão do legislador e ... faz Justiça!"

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Maria Berenice Dias - esse é o nome da inigualável advogada especializada em Direito Homoafetivo, mas igualmente em Direito das Famílias e Sucessões, a qual também exerce a Vice-Presidência Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM e, até pouco tempo, era Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, conhecida no meio jurídico pelos seus brilhantes julgamentos.

Em minha opinião, caso necessitasse de uma advogada, envolvendo tais questões, seria ela que desejaria me representando. Não conseguiria imaginar uma que fosse mais competente.
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Mas sua qualidade não se restringe ao mundo jurídico, como cidadã é igualmente uma pessoa expoente, tentando sempre contribuir para a conscientização da sociedade. Como ela mesma diz, “as novidades acontecem e é preciso divulgá-las. Não há outra forma de construir uma nova consciência social”.
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Motivo pelo qual sugiro, com ênfase, a leitura de seus sites, sempre cheio de informações extremamente importantes para os cidadãos LGBTs:

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Novo uniforme da seleção brasileira vai deixar os jogadores mais sexy


A nova camisa da seleção brasileira foi apresentada nesta quinta-feira, em Londres, pelo atacante Alexandre Pato, conforme anunciado no Portal G1, o qual denuncia que a camisa "ostenta um ajuste dinâmico, seguindo os contornos naturais do corpo".

A foto do atacante Alexandre Pato com o uniforme revela mais, muito mais! Basta dar uma rápida verificada na foto. Quem aprecia o corpo masculino gostará. Não só a camisa como o calção são bem justinhos, revelando bem a forma física e todas "as pretuberâncias" do atleta.

A camisa do Brasil perdeu o círculo em torno do número, na parte da frente, os detalhes nas laterais e o espaço em cor diferenciada na altura dos ombros, atrás, destinado ao nome do jogador.

A nova camisa possui uma moderna gola careca em cor verde que remete à famosa camisa que o Brasil usou para conquistar o tricampeonato mundial no México, na Copa de 1970. Há também listras verdes nos ombros, sendo que a da lateral esquerda contém cinco pequenas estrelas alusivas ao pentacampeonato mundial. Ambas as listras são perfuradas para que a camisa seja mais leve e refrescante para os jogadores.

Na parte posterior da gola está escrito "Brasil" e, na interior, ficam uma pequena bandeira nacional e a mensagem "Nascido para jogar futebol". Dentro da camisa, abaixo do emblema da CBF, tradicionalmente situado acima do coração, há a mensagem de inspiração "Com muito orgulho, com muito amor".

Os novos calções oficiais são no tradicional azul royal oficial e têm uma listra branca em cada lateral. Na parte posterior da linha da cintura há cinco estrelas. As meias são brancas possuem uma fita verde e a palavra "Brasil" na lateral de cada panturrilha.

Segundo Pato há uma razão para o novo uniforme ser bem justo: - Ela me parece muito leve (segundo a empresa a camisa é 15% mais leve do que a usada pela seleção na Copa de 2006). E também fica muito justa ao corpo. É difícil um marcador agarrar o atacante assim – completou.

Fonte da informação e fotos:


Mais um suposto caso de pedofilia mal contado

Já discorri aqui sobre o Ulisses Leite Novais Basílio, acusado de pedofilia e preso com justificativas bastante duvidosas. Agora surge novo caso.

Não utilizarei este blog na defesa de criminosos. Pelo oposto, quero-os presos. A começar pelos homofóbicos, entretanto, eles possuem a religião como uma espécie de salvo conduto para prática destes atos e fazem de tudo para impedir que essa conduta se torne crime.

Alguém é a favor de pedofilia? Óbvio que não. Só se for um doente mental em grau máximo ou simplesmente um animal com apenas aparência humana.

Mas mais uma vez volta aos noticiários matéria que merece atenção.

A mais recente diz respeito a um “alto funcionário do Clube do Flamengo” que abusou de um menor aproxidamente de 10 anos de idade, o que foi testemunhado por uma senhora que o denunciou.

Alguém tem dúvida do fato se tratar de uma atrocidade? Acho que não.
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O menor

Entretanto, e sempre há um entretanto, não se tratava de uma criança de 10 anos, como descrito pela testemunha, mas um jovem adolescente de 15 anos de idade, o qual também declarou que não foi abusado. Foi à delegacia com os pais, tendo prestado os esclarecimentos devidamente com o acompanhamento de psicólogos especialistas do órgão público.

O Clube do Flamengo

O nome do dito pedófilo não foi declinado pelo Clube do Flamengo, isto porque foi bem assessorado juridicamente para não agir com irresponsabilidade e, deliberadamente, concluir pela culpa do dito funcionário com base apenas na afirmativa da tal testemunha. A razão não foi necessariamente magnânima, mas econômica, temeu que o acusado fosse inocentado e que o Clube recebesse a conta do dano moral para ao final pagar. De qualquer forma, agiu com a prudência esperada e não se omitiu. Afastou o empregado de suas atividades dentro daquela sede, onde freqüentam outros menores.

A testemunha

Houve um escarcéu danado desde a denúncia. A tal senhora que não é menor de idade, entretanto, não teve seu nome revelado, teria presenciado a cena de abuso nas imediações da sede na Gávea e fez a seguinte declaração:

Esses atos libidinosos dele com meninos dentro do clube já são conhecidos há muito tempo. Mas sempre abafaram. Acontece que desta vez eu vi. Não ia ficar calada. E, agora, vou até o fim”.

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Os furos na história
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Da declaração da testemunha oculta se deduzem dois fatos a serem observados.

Quando a mesma afirma que “esses atos libidinosos dele com meninos dentro do clube já são conhecidos há muito tempo. Mas sempre abafaram” leva a crer que seu olhar para o potencial criminoso já estava viciado. Ela já o considerava pedófilo, antes de presenciar qualquer fato criminoso.

Também que, apesar de tais atos libidinosos com meninos já serem conhecidos por ela, jamais levou tais informações as autoridades policiais competentes. Omitindo-se de salvaguardar outras crianças de eventuais abusos, pois certamente sua informação dos fatos e nome daqueles que teriam lhe informado teria impulsionado, de imediato, a atuação da polícia e do próprio Clube.

Sua omissão também foi supostamente criminosa, inclusive ela própria ao “abafar” contribuiu com a conduta criminosa de quem “abafava” aquelas condutas pedófilas.

O outro ponto diz respeito a sua segunda parte da afirmativa: “Acontece que desta vez eu vi. Não ia ficar calada. E, agora, vou até o fim”.

A testemunha viu um abuso com um menor com uma criança com aparência de 10 anos.
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Não era uma criança de 10 mas um jovem de 15 anos. Algum leitor consegue perceber a diferença física entre uma criança de 10 para um adolescente, na puberdade, com 15 anos? De qualquer forma, quando a criança, que teria 10 anos, se apresentou na delegacia a senhora foi chamada para reconhecê-lo. A mãe também levou a certidão de nascimento comprovando que o jovem possui 15 anos.
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Ela diz que viu, e segundo consta em matéria no jornal, teria inclusive tirado fotos.
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A pergunta que não quer se calar. Ao invés de PROTEGER uma criança supostamente de 10 anos, intervindo IMEDIATAMENTE impedindo o ato repulsivo, ela preferiu deixar rolar, “tirar fotos” pelo celular e somente depois agir? Deixando que o abuso se consumasse, o menor e o pedofilo evadissem o local?
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Sua revolta não parece, a princípio, que se dirigiu a dignidade física e moral da criança. Sua real preocupação parece, antes mesmo do fato, era acusar o suposto pedofilo, a quem ela já conhecia pessoalmente.

conclusões

1- O tal jovem de 15 anos, como qualquer outro, deve possuir vida sexual ativa. Que situação constrangedora para ele e seus pais, ainda que o fato esteja restrito a sua família. Alguém, de fato, está pensando neste adolescente?

2- Diante das declarações nos jornais, provavelmente incompletas, não consigo confiar na tal testemunha denunciadora. Ela me pareceu já acreditar na existência de crime antes mesmo da sua existência, além de estar mais preocupada em perseguir o funcionário do Clube que proteger o menor. Por sua vez, o fato do suspeito possuir um histórico envolvendo outro inquerito de pedofilia (arquivado), faz com que se imponha uma verificação séria, rigorosa e justa.

3- Só resta a palavra isenta da suposta vítima e sua família, que afirmam que inexistiu qualquer abuso.

4- O Clube do Flamengo não tem com o que se preocupar, pois a conta do dano moral, até o momento, deve ir para a tal denunciante mesmo, com a qual, também concordo, agora deve ir até o final, provando o suposto abuso sexual ao menor de 10 anos inexistente, sob pena de não só responder pecuniariamente, como por crime de denunciação caluniosa.
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