
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Perguntar não ofende: Cadu do BBB10 é gay?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Fala que Eu te Escuto – Famoso homossexual afirma em programa evangélico que gays são tristes e solitários
O programa “Fala que Eu te Escuto”, ligado a Igreja Universal do Reino de Deus e exibido na TV Record, tratou nas últimas madrugadas sobre o tema “homossexualismo”.Na última quarta-feira com a presença de Leão Lobo e Amin Kader, o bispo Clodomir Santos, apresentador do programa que é exibido nos finais de noite na Rede Record, atendia telespectadores que davam a sua opinião sobre qual é a maior discriminação sofrida pelos homossexuais: na família, no ambiente de trabalho ou na sociedade.Entre uma opinião e outra, quando o bispo Clodomir pedia a opinião de Leão Lobo, o artista procurava sempre em defesa aos homossexuais transparecer uma certa segurança quanto a sua orientação sexual, porém o comediante Amin Kader não media palavras e soltava o verbo (muitas vezes quase partindo pra vulgaridade) e admitia que os homossexuais são todos “infelizes” e extremamente “vítimas de discriminação” aqui no Brasil. Amin também afirmou que a parada gay não serve para outra coisa a não ser diversão, que gay não deve adotar filhos e que todos são solitários.
Num dado momento do programa, o apresentador bispo Clodomir, perguntou aos dois convidados, se “um beijo entre homossexuais numa novela” poderia ajudar ou atrapalhar a causa homossexual. Para Leão Lobo, poderia sim ajudar, porque segundo ele a a sociedade seria “moldada” e consequentemente acabaria aceitando a ideia de que os homossexuais podem viver em pé de igualdade com os heterossexuais.
Já para Amin Kader, nem um pai de família estaria disposto a assistir um homem beijando outro homem diante de seus filhos, e o comediante voltou a frisar a “infelicidade” em que vivem os homossexuais. Amin Kader também gritou que se pudesse voltar ao mundo com uma nova vida, com toda a certeza não seria na condição de homossexual.
No final da programação, bispo Clodomir apresentou um texto do bispo Macedo (extraído de seu blog), onde o líder da IURD comenta sobre “o erro cometido por muitos cristãos em discriminar” os homossexuais.
Fonte: Vooz / Gospel+
Via: O Verbo"
Tal artigo me pareceu extremamente tendencioso ou, no mínimo, ingênuo.
Não é a primeira e nem será a última vez que homossexuais ligarão para programas envangélicos como estes para se manifestar, impulsionados por motivações diversas, sejam elas por "zombaria", "revolta", "defesa" e assim por diante.
No caso retratado, apesar de não ter assistido (evidente), Leão Lobo parece que desejou colocar em xeque as prováveis argumentações expostas no programa evangélico e o Amin Kader, por sua vez, expor sua possível revolta com o que teria assistido.
O artigo não faz qualquer referência ao eventual debate e nem o que foi exposto em tal programa, se cingi apenas a comentar que Leão Lobo "procurava sempre em defesa aos homossexuais transparecer uma certa segurança". Transparecer certa segurança?! Enfim, o autor do artigo sugere que Leão Lobo sequer possuía segurança na sua fala.
Já quanto ao Amin Kader tudo indica que a tal coluna pegou pesado, pesadíssimo, desafiando a inteligência e realidade dos fatos. Isto porque, deu a idéia de uma fera enjaulada e raivosa, desequilibrado, que falava impropérios porque simplesmente é infeliz por ser homossexual. Francamente, né?
Volto a insistir, embora não tenha assistido ao programa, tudo leva a crer que Amin Kader apontou o dedo para o bispo que apresentava o programa e (parece) que responsabilizou a discriminação dos evangélicos de tornarem a vida dos homossexuais um inferno. Daí colocar como título do artigo uma pretensa confissão de um homossexual famoso que estaria passando por sofrimento e agonia pelo fato de ser homossexual, isentando toda culpa da religião ali professada e qualquer relação com as idéias que são propostas pelo programa evangélico, parece realmente uma distorção lavada e de extrema-fé. Exceto se quem assistiu, ingenuamente, tenha apenas captado o que lhe interessava.
Fonte:
domingo, 29 de novembro de 2009
Grito de desabafo direto do Púlpito da “Vida Inteligente Na Madrugada” para o Senado Federal
Serginho Groisman, de bermuda e camiseta branca, com estampa da mão da estátua do Cristo Redentor portando uma fita vermelha, símbolo de luta contra AIDS, resolveu comemorar o aniversário de 9 anos do programa Altas Horas no super, mega, hiper popular PISCINÃO DE RAMOS.O programa era POVÃO, com mais de mais de 40 mil pessoas, de variadas comunidades locais, num calorão digno de verão, em plena primavera.
“Altas Horas, vida inteligente na madrugada” possui um quadro realmente interessante, o Púlpito, no qual o microfone é aberto para a platéia, que comparece à tribuna para falar, ou protestar, sobre o que quiserem.
Nunca o púlpito refletiu tão bem a sua finalidade. Era o povo literalmente falando na telinha da Globo com clareza, literalidade e sem rodeios.
O povo de Ramos vinha abaixo a cada protesto, e não foi diferente quando surgiu um rapaz chamado Deri que chegou lá e de dedo em riste e em altos brados foi direto:
“O meu protesto é contra a homofobia, todo gay tem direito de se expressar. O meu protesto é contra os senadores que não aprovaram a PLC 122 de 2006, dando liberdade para os homossexuais de se expressarem. Todos nós temos direito de nos expressar, temos direito de amar, todo mundo é igual perante a lei. Brasil aprova a lei contra a homofobia!!!"
DERI falou como entendia ser o objeto do PLC 122/2006, um projeto de lei que visa ir contra a homofobia, no exercício do direito à cidadania, justificado em suas coerentes palavras, no direito de se expressar, no amor e no fato que "todo mundo é igual perante a lei".
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Vejo muitos militantes de movimento que parecem que estão lá mais preocupados em se projetar politicamente que realmente envolvidos com a causa que aparentemente defendem. Assisto também alguns militantes em listas de discussões arrotarem desaforos àqueles que não integram a uma ONG que possua CNPJ, desqualificando e desmerecendo qualquer um que não faça parte da sua trupe fechada de seis ou sete pessoas. Essas pessoas, ditos militantes organizados, discutem e decidem entre elas o que acha conveniente e desprezam todos demais.
Pois o DERI fez ali do púlpito, na telinha da Globo, perante mais de quarenta mil pessoas presentes, entrando ainda em todos os lares do Brasil que assistiam ao programa, infinitamente mais que abaixo assinados, blogs, listas de discussões, enquetes ou carta para senadores. Ele falou direto do povo e com o povo, e cobrou com clareza inquestionável, com dedo em riste, aos senadores.
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Tai um momento menorável e uma gravação digna a ser encaminha para o Congresso Nacional.









