
Primeiro Indio da Costa, Vice de Serra e agora Dilma Rousseff, a própria.
Indio da Costa tentou desdizer o que antes declarou para o jornal O Dia, sob argumento que foi deturpado pelo jornal suas afirmativas. Mas não é o caso de Dilma Rousseff. As declarações dela vieram acompanhadas de vários testemunhos.
Se antes tinha medo, AGORA TENHO PAVOR DE DILMA ROUSSEFF.
É barganha explícita com o seu, o meu, o nosso direito!
E agora, o que diz o Setorial LGBT do PT?!
E você, caro leitor, o que sugere ser feito?
Percebe que a culpa é de todos nós, que aceitamos CALADOS enquanto os evangélicos fazem o GRITO deles?
Não pense que basta votar em um ou no outro, quiçá até mesmo anular. Você deve PROTESTAR. Faça isto da sua maneira. Mas faça! Mande e-mails para conhecidos, proteste no seu blog, no orkut, no facebook, no twitter. Mas PROTESTE! O nosso silêncio também é responsável pelo que acontece.
"BRASÍLIA - Em reunião com lideranças religiosas nesta quarta-feira, ficou acertado que a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) escreverá uma carta aberta em que se coloca contra pontos polêmicos para setores religiosos, como a descriminalização do aborto e o casamento homossexual. Em contrapartida, as lideranças, que incluem várias denominações evangélicas do país, redigirão outro documento em que declaram apoio à candidata. Parte deles também gravará depoimentos favoráveis a Dilma. Os dois documentos devem ficar prontos até sábado.
Um dos presentes, o senador reeleito Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal, disse que estes assuntos serão de competência do Legislativo, e não do Executivo. E mesmo que o Congresso venha a aprovar tais pontos, Dilma, de acordo com Crivella, se comprometeu a vetá-los.
- Qualquer assunto que traga um cisma, um abalo na cultura religiosa do país, ela vetará - afirmou.
Segundo o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Dilma foi específica quanto a vetar qualquer item que cerceie a liberdade religiosa nos cultos. Isso é uma referência a um ponto do projeto de lei 122, pelo qual as igrejas temem não poder se manifestar contrariamente ao casamento homossexual, sendo enquadradas como homofóbicas.
Crivella criticou ainda a campanha adversária, do tucano José Serra, que seria a responsável por confundir os eleitores com temas religiosos.
" Temos que tirar da pauta a questão religiosa "
Desde a reta final do primeiro turno, temas de teor religioso, como o aborto, têm sido uma questão bastante presente na campanha. Dilma, inclusive, tem sido alvo de uma campanha na internet que a coloca em posição favorável à liberação do aborto, o que desagrada parte do eleitorado mais conservador e religioso.
- Queremos desmistificar esses boatos que estão enganando pessoas bem intencionadas - declarou.
- Temos que tirar da pauta a questão religiosa.
Questionado sobre o fato de o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, já ter declarado ser favorável à descriminalização do aborto, ele disse que essa era uma posição pessoal.
- Tem que fazer essa pergunta ao bispo (Macedo). Eu sou contra. E não é uma posição da Igreja, mas uma posição pessoal dele.
Segundo o pastor Ivanir de Moura, presidente da Federação Evangélica de Santa Catarina, também presente na reunião, Dilma destacou a necessidade da ajuda divina para ganhar a eleição.
- Ela afirmou que precisa de Deus, primeiramente, e dos votos - disse o religioso.
De acordo com ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também esteve presente, pediu apoio e ressaltou que em seu governo, as igrejas tiveram muita liberdade.
Entre os presentes no encontro estavam o governador reeleito da Bahia, Jaques Wagner (PT), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), o senador reeleito Magno Malta (PR-ES), os senadores eleitos Lindberg Farias (PT-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA), o deputado e bispo Robson Rodovalho (PP-DF), presidente da Igreja Sara Nossa Terra, e a ex-ministra Benedita da Silva (PT-RJ), além do deputado e bispo Manoel Ferreira (PR-RJ), presidente da Assembleia de Deus da Madureira, e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "
"A candidata à presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, afirmou que a união civil entre homossexuais não é questão relativa à religião. "O que é relativo à religião é o casamento entre homossexuais, união civil é uma questão de direitos civis", explicou.
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Dilma Rousseff reafirmou o compromisso firmando com evangélicos na manhã desta quarta-feira, em Brasília, de não enviar nenhuma legislação ao Congresso que altere a lei do aborto ou questões religiosas. "O compromisso que assumo, posto que o Brasil é um Estado laico, é de jamais enviar legislação ou sancionar lei ao direito das religiões", garantiu. A candidata enfatizou ainda que "o casamento entre homossexuais ou outra opção sexual é algo que ninguém pode interferir".
A candidata Dilma acha que está dando alguma desculpa?
Aqui e nem no O Globo se falou diferente de CASAMENTO. E CASAMENTO CIVIL é relativo a Religião? Desde quando?
E o PLC 122 candidata? Crivella afirmou que a candidata VETARIA tudo que eles entendem que é contrário os interesses dos evangélicos? E aí candidata?
E agora, no Jornal Nacional a senhora fez questão de frisar ipsis litteris, publicamente, o compromisso que:
"Qualquer legislação que altere, né, questão que impactem na religião, essa legislação eu não enviaria ao Congresso. Tanto alteração na lei de aborto, QUANTO TODAS AS OUTRAS"
Dilma Rousseff
A candidata acha que pode SE DECLARAR PUBLICAMENTE CONTRA os direitos de LGBTs e fazer acordo com os Evangélicos? Sim, pode. Mas que aguente também a revolta daqueles que são cidadãos brasileiros, tanto quanto os evangélicos, quer estes e a senhora queira ou não! Pode ser até uma marolinha, mas será.