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“Esses atos libidinosos dele com meninos dentro do clube já são conhecidos há muito tempo. Mas sempre abafaram. Acontece que desta vez eu vi. Não ia ficar calada. E, agora, vou até o fim”.
"... esta sagrada imagem seja o símbolo do vosso domínio, do vosso amparo, da vossa predileção, da vossa benção que paira sobre o Brasil e sobre os brasileiros...".
O PODER se chama MONEY!
Não é que a cervejaria brasileira conseguiu que a Madonna vestisse sua camisa?!
Pudera, a foto é auto-explicativa:
Mas foi por uma boa causa, basta ler o favorecido do chequinho...
Agora vamos combinar, Madonna tem tudo a ver com o Rio de Janeiro e o espírito carioquês de ser.
E a Paris Hilton que FICOU LITERALMENTE DE QUATRO?
Mas neste carnaval as celebridades são outras, não menos LGBTs. A beleza natural da cidade do Rio de Janeiro, o sol brilhando, o mar de águas geladas e uma imensidão de corpos MARAVILHOSOS expostos, com muitos sambas, marchinhas e blocos carnavalescos.
O dia, a tarde, a noite e a madrugada são só festas!
Sexta-feira (12/02)
tel. 8311-6534
Sábado (13/02)
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Domingo (14/02)
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O programa “Fala que Eu te Escuto”, ligado a Igreja Universal do Reino de Deus e exibido na TV Record, tratou nas últimas madrugadas sobre o tema “homossexualismo”.Na última quarta-feira com a presença de Leão Lobo e Amin Kader, o bispo Clodomir Santos, apresentador do programa que é exibido nos finais de noite na Rede Record, atendia telespectadores que davam a sua opinião sobre qual é a maior discriminação sofrida pelos homossexuais: na família, no ambiente de trabalho ou na sociedade.Entre uma opinião e outra, quando o bispo Clodomir pedia a opinião de Leão Lobo, o artista procurava sempre em defesa aos homossexuais transparecer uma certa segurança quanto a sua orientação sexual, porém o comediante Amin Kader não media palavras e soltava o verbo (muitas vezes quase partindo pra vulgaridade) e admitia que os homossexuais são todos “infelizes” e extremamente “vítimas de discriminação” aqui no Brasil. Amin também afirmou que a parada gay não serve para outra coisa a não ser diversão, que gay não deve adotar filhos e que todos são solitários.
Num dado momento do programa, o apresentador bispo Clodomir, perguntou aos dois convidados, se “um beijo entre homossexuais numa novela” poderia ajudar ou atrapalhar a causa homossexual. Para Leão Lobo, poderia sim ajudar, porque segundo ele a a sociedade seria “moldada” e consequentemente acabaria aceitando a ideia de que os homossexuais podem viver em pé de igualdade com os heterossexuais.
Já para Amin Kader, nem um pai de família estaria disposto a assistir um homem beijando outro homem diante de seus filhos, e o comediante voltou a frisar a “infelicidade” em que vivem os homossexuais. Amin Kader também gritou que se pudesse voltar ao mundo com uma nova vida, com toda a certeza não seria na condição de homossexual.
No final da programação, bispo Clodomir apresentou um texto do bispo Macedo (extraído de seu blog), onde o líder da IURD comenta sobre “o erro cometido por muitos cristãos em discriminar” os homossexuais.
Fonte: Vooz / Gospel+
Via: O Verbo"
Tal artigo me pareceu extremamente tendencioso ou, no mínimo, ingênuo.
Não é a primeira e nem será a última vez que homossexuais ligarão para programas envangélicos como estes para se manifestar, impulsionados por motivações diversas, sejam elas por "zombaria", "revolta", "defesa" e assim por diante.
No caso retratado, apesar de não ter assistido (evidente), Leão Lobo parece que desejou colocar em xeque as prováveis argumentações expostas no programa evangélico e o Amin Kader, por sua vez, expor sua possível revolta com o que teria assistido.
O artigo não faz qualquer referência ao eventual debate e nem o que foi exposto em tal programa, se cingi apenas a comentar que Leão Lobo "procurava sempre em defesa aos homossexuais transparecer uma certa segurança". Transparecer certa segurança?! Enfim, o autor do artigo sugere que Leão Lobo sequer possuía segurança na sua fala.
Já quanto ao Amin Kader tudo indica que a tal coluna pegou pesado, pesadíssimo, desafiando a inteligência e realidade dos fatos. Isto porque, deu a idéia de uma fera enjaulada e raivosa, desequilibrado, que falava impropérios porque simplesmente é infeliz por ser homossexual. Francamente, né?
Volto a insistir, embora não tenha assistido ao programa, tudo leva a crer que Amin Kader apontou o dedo para o bispo que apresentava o programa e (parece) que responsabilizou a discriminação dos evangélicos de tornarem a vida dos homossexuais um inferno. Daí colocar como título do artigo uma pretensa confissão de um homossexual famoso que estaria passando por sofrimento e agonia pelo fato de ser homossexual, isentando toda culpa da religião ali professada e qualquer relação com as idéias que são propostas pelo programa evangélico, parece realmente uma distorção lavada e de extrema-fé. Exceto se quem assistiu, ingenuamente, tenha apenas captado o que lhe interessava.
Fonte:
"A SuperDir terá um plantão 24 horas de recebimento de denúncias e orientação aos LGBT vítimas de homofobia no Rio de Janeiro, como segue abaixo:,
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